Tzimtzum: O Exílio Forçado de uma Divindade

Revelações Antigas da Cabala


O presente livro pretende demonstrar que Javé, há muito tempo, tenta explicar e entender a sua “situação” por meio da troca de informações com os humanos. Para tanto, ele “escolheu” alguns povos e emissários para promoverem as revelações dos seus “desígnios”. O povo ariano – que mais tarde fecundaria a sua cultura entre os hindus –, os hebreus e, depois, os povos árabes, são os exemplos mais sintomáticos desse processo.



Parte da história que ele tanto se esforça por reproduzir, ele a conhece. A outra, nem ele nem seus Anjos demonstram saber. E por causa do “impasse” surgido entre o Criador e seus descendentes gerados de “primeira hora”, esses se viram obrigados a engendrar outras espécies de seres que fossem se libertando dos “ditames doentios” do “Código-fonte Gerador de Vida” do Criador, para que estas pudessem “perceber” e “decodificar” o que nem eles mesmos conseguiam, devido ao estranhíssimo – para os parâmetros terrenos – padrão psíquico de suas personalidades, que os impediam de tal deduzirem, por força do condicionamento imposto pela “doença universal”.


Foram, então, criando diversas espécies a partir do “Código-fonte Gerador de Vida” modificado do Criador, até que, entre essas, pudesse surgir a arquitetura de um psiquismo com senso crítico e razão filosófica despertos, e em níveis que permitissem que estas “criaturas-ferramentas” – assim caracterizados todos os seres que despontaram a partir do “Código de Vida” do Criador – descortinassem a real situação tanto da Criação quanto do Criador.


Como “produto final” deste processo que se alonga pelas páginas da História Universal dos mais de 13 bilhões de anos, foi produzida – em meio a embates ainda por serem convenientemente vislumbrados pelo nosso modo de pensar – a espécie humana (Homo sapiens sapiens), no seu padrão terrestre. Assim ressalto porque há outros “padrões” de humanos, mas com senso crítico e razão filosófica menos despertos.


Mesmo que nos possa parecer “loucura” ou desvario, parece ter sido exatamente por meio do senso crítico terráqueo, “adoçado” pela razão filosófica desperta para a amorosidade que nos caracteriza – apesar dos maus pendores ainda presentes em muitos dos membros da espécie –, que surgiu a “condição sonhada pela conspiração amorosa” em torno do Criador, para o descortinamento dos fatos e a elaboração das estratégias possíveis de melhoramento coletivo.


Sob essa perspectiva, a “razão filosófica desperta” seria o fator que equilibraria o inevitável “assombro” provocado pelo senso crítico daqueles que foram criados para fazerem, pelas Divindades “combalidas”, o que elas se tornaram incompetentes em realizar: a compreensão e a arquitetura do “processo de redenção” de todos os envolvidos, ou seja, Criadores e criaturas.


Seguindo essa linha de raciocínio, os postulados da Física Quântica apontam que somos todos “Cocriadores” da realidade que nos cerca. Tempo virá em que essa percepção será alargada a um ponto que poderemos compreender que, paradoxalmente, por “menor e miserável” que seja a condição humana, a sua função nesse processo é de uma singularidade tal que coloca os seres terráqueos como “pedras angulares de uma construção de âmbito universal, que ainda está por vir”.


Nós, os humanos da Terra, somos apenas mais uma espécie biológica produzida para este fim, com todos os riscos que um processo dessa categoria impõe. Aqui, pouco importa ou mesmo nada importa o que se acredita ou se deixa de acreditar. Vale o esforço intelectual da compreensão, alicerçado na atitude íntima de compaixão e de amor ousado e incondicional por tudo e por todos, mas sem veneração e subserviência estéril, que atenta contra a emancipação do indivíduo.


Isso porque o conjunto das opiniões pessoais e dos apegos ao que se pensa ser a “Verdade” é o que mais limita a condição humana. Como alertou Sidarta Gautama, o Buda, “cada homem é sua própria prisão”. Afinal, ainda de acordo com o budismo, todos os eventos são precedidos, guiados e criados pela mente. Assim, tudo o que cada um é atualmente, nada mais significa do que o resultado do que tem pensado.


Este livro se enquadra no esforço de algo produzir para fazer valer a estratégia do esclarecimento e da emancipação humanas, que servirá como “ponte” para a facilitação da compreensão de outros irmãos e irmãs desta “aventura cósmica”, inclusive dos Seres Divinos que nela se encontram “caído” (Prabrajna) e “mergulhados” (Mavatna e Savna) por força dos “problemas de um pretérito extrauniversal”, ainda por ser descortinado.

Jan Val Ellam


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O livro impresso somente em outubro, mas apenas poucas unidades.

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